Bolsonaro e a lógica miliciana

Dentre os principais grupos de apoio ao presidente Jair Bolsonaro destacam-se os militares das Forças Armadas e os policiais civis e militares. Durante seu mandato, Bolsonaro tem buscado transformar esse apoio em instrumento político. Mas, ao contrário do que muitos pensam, a lógica bolsonarista de instrumentalização é diferente para cada uma das corporações. Dois episódios recentes marcam bem essas diferenças.

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No domingo, 28, o soldado Wesley Góes, da Polícia Militar da Bahia, foi morto após efetuar disparos contra guarnições da PM durante um surto psicótico. Assim que as imagens da ocorrência viralizaram nas redes sociais, bolsonaristas tentaram promover um motim, numa tentativa de politizar o trágico incidente. A ideia era vincular a morte do policial com as medidas de lockdown impostas pelo governador Rui Costa (PT). Dentre aqueles que insuflaram os policiais estavam os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Carla Zambelli (PSL-SP)

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