Brasil na imprensa alemã: o apocalipse é logo ali

(Foto: Marcos Corrêa/PR)

A imprensa alemã já tem, de praxe em seu DNA, uma narrativa pessimista, instigante do medo, insegurança, mas especialmente do maior fantasma dos alemães: a perda do controle. Nada simboliza essa paúra mais do que um vírus letal e mutante.

Nos primeiros meses de 2020, a pandemia obrigou o capitalismo a ficar de joelhos, o capital deixou de ser a justificativa e legitimação para tudo. Governos e desgovernos, democráticos, neo-liberais ou fascistas foram alinhavando os seus empresariados de crise. Entre erros e acertos, o empresariado da pandemia e os seus desdobramentos violentos e macabros, os países seguiam tentando, com duas exceções: os EUA e o Brasil, nesse último em forma de negacionismo über.

No meio tempo entre a segunda e a terceira onda da pandemia, os EUA voltaram a

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