Mesmo vacinada, mulher morre de Covid

Elizabeth Martins, 69 anos, tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 no dia 12 de fevereiro. A chegada do imunizante foi um alívio para a família. Martins estava no grupo prioritário de vacinação em Uberlândia, interior de Minas Gerais, porque era paciente de alto risco – além de idosa, tinha Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Em 2011, ela passou por uma traqueostomia e, desde então, fazia tratamento no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O novo coronavírus era um risco grande demais para uma paciente com o histórico de Martins. Por isso, ela passou o ano de 2020 em isolamento rígido na companhia do marido e não recebia visitas. Lorena Fleck, 36, sua única filha, evitava frequentar a casa para proteger a mãe. Para continuar o tratamento sem correr o risco de se expor ao vírus, Martins entrou no programa de assistência médica domiciliar da

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