Mulheres invisíveis que resistem

(Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Na semana passada, o jornal El País publicou uma matéria intitulada “Os estragos invisíveis da pandemia para mães solo”. Dias antes, o Jornal Nacional havia exibido uma reportagem na qual mostrava como mulheres chefes de família tentavam achar saídas para sustentar seus filhos dado que, muitas delas, antes da pandemia, trabalhavam em empregos informais ou em postos de trabalho que não “permitiam o home office”, como manicures, cabeleireiras, babás, diaristas, domésticas. De acordo com dados do IPEA e do IBGE, 45% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres; 63% deles, por mulheres negras que estão abaixo da linha da pobreza. Entretanto, seus problemas ainda são invisíveis. O destaque em letras maiúsculas do título da reportagem do El País citada acima é proposital. Não

Continue lendo no Observatório da Imprensa.