Bolsonaro não vai parar de nos matar. Quem vai parar o genocida?

Foto: Rafael Carvalho/Governo de Transição/Flickr

Depois de trocar dois ministros médicos, Bolsonaro colocou aquele que mais durou no cargo durante a pandemia: um milico profundamente ignorante em saúde pública. Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich saíram por não concordarem com a política negacionista de Bolsonaro no enfrentamento da covid-19. Já Eduardo Pazuello comandou uma intervenção militar no Ministério da Saúde e sacramentou o negacionismo como política pública. O general assumiu a pasta com 15 mil mortes por covid-19 e entregou o cargo nesta semana com 285 mil. A política negacionista dos militares alçou o Brasil à condição de o pior país no enfrentamento da pandemia.

Diante da escalada de mortes, do esgotamento do sistema de saúde e da pressão de governadores e até do Centrão, Bolsonaro resolveu trocar o ministro da Saúde mais uma vez. A mudança não foi feita para

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