O jornalismo e as mulheres

Foto: Marcos Corrêa/PR

Quando Ana Arruda foi nomeada chefe de reportagem do Diário Carioca em 1966 era praticamente a única mulher na redação, e tinha de ser “macha” nas exigências com os jornalistas mais velhos para obter o devido respeito dos chefes homens. Hoje, 55 anos depois, existem mais de 15 mil mulheres na imprensa brasileira mas não chegam nem à metade do mercado, embora as mulheres formem a maioria na nossa sociedade. São quase 27 mil os jornalistas de sexo masculino. Assim mesmo temos de festejar. Nas redações e TVs as mulheres deixaram a rubrica “culinária” para os homens, e eles cumprem a pauta com tanto requinte e gosto que dá para perguntar por que não se ocupam da cozinha em casa também.

Essa tarefa ainda é uma obrigação feminina, o que faz

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