Transparência Internacional contraria sua missão institucional, diz grupo de advogados

Procuradores da Lava Jato recebem prêmio da ONG Transparência Internacional.
Foto: TALITA BEDINELLI

O Grupo Prerrogativas, diante das recentes manifestações da Transparência Internacional contra a abertura de inquérito pelo STJ, manifesta preocupação e estranhamento com a postura da entidade no Brasil.

O Ministro Humberto Martins, presidente do STJ, determinou a abertura de inquérito com fundamento em graves indícios de que ministros da Corte teriam sido investigados de modo ilegal e clandestino por procuradores da Força Tarefa da Operação Lava Jato.

O inquérito instaurado no âmbito do STJ tem base legal em seu regimento interno e destina-se a apurar a utilização de mecanismos ilegais de investigação, por parte de autoridades estatais e com vazamentos midiáticos seletivos, que aparentemente visavam pressionar ministros a adotar decisões punitivistas contrárias à Constituição Federal.

Tais indícios, ao que parece, não são apenas e nem principalmente os que constam das mensagens da Operação Spoofing.

Desnecessário e prematuro, então,

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