É leviana a maneira como a imprensa defende as privatizações das estatais do Brasil

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Não é ser contra ou favor da privatização das estatais. É pelo direito que tem o leitor de receber todas as informações sobre o assunto de maneira simples e precisa. Desde que comecei a trabalhar em jornal como repórter, lá em 1979, nos tempos que o ar das redações era inundado pelo barulho cadenciado das máquinas de escrever e nublado pela fumaça dos cigarros, a cada ano tomava corpo nas reportagens a defesa da privatização das estatais como sinônimo de desenvolvimento. Mesmo durante a ditadura militar (1964 a 1985). Com a redemocratização do país, em 1985, o volume a favor das privatizações aumentou e se incrustou de tal maneira no cotidiano das redações que começou a fazer parte dos nossos textos sem maiores explicações. Por quê?

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