Basta

A morte de João Alberto Silveira Freitas, que foi espancado por dois seguranças do Carrefour, desencadeou protestos em frente a supermercados da marca em algumas cidades do Brasil. Em alguns desses protestos a revolta descambou em quebradeira nas lojas. Houve também repressão da PM, o que dá uma manchete ironicamente macabra: polícia ataca manifestantes negros que protestavam contra a violência racista.

Os negacionistas de sempre estão arrumando justificativas para o assassinato brutal de mais uma pessoa negra. Ou então tentando retirar o evidente elemento de racismo no caso. A evidência de racismo pode ser extraída tanto da estatística como do senso comum: negros e negras estão muito mais sujeitos à violência, tanto estatal quanto privada, do que brancos. O que torna as manifestações do presidente e do vice-presidente do país no sentido de que não há racismo no Brasil cínicas, desprezíveis e estúpidas.

O simbolismo do assassinato


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