Abstenção foi decisiva na eleição em 2020

Devido ao isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, muitos eleitores optaram por não irem às urnas no primeiro turno das eleições municipais – 23,1 em cada cem eleitores não foram votar. Em 2016, foram 17,6 em cada cem. Em 112 cidades, a abstenção ficou acima da casa dos 30%. Em Oiapoque, no Amapá, 4 em cada dez eleitores não foram às urnas – 38,27% de abstenção.

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Neste pleito, a soma de abstenções, votos em branco e nulos chegou a 30,6%, a maior desde 1996. Porto Alegre registrou a maior taxa de não comparecimento entre as capitais – 33,08%. Já o Rio de Janeiro, a maior abstenção proporcional, com 28,08% de ausentes.

Na capital fluminense, a soma de votos em branco, nulos e abstenções chegou a 2,2 milhões – mais do que os 2,1 milhões de votos dados a Eduardo

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