Polarizados e murchos

Os dois polos do acalorado debate político recente murcharam. Depois de elegerem as maiores bancadas federais e antagonizarem na tribuna, nas ruas e nas redes sociais, PT e PSL saem das urnas municipais com menor visibilidade e relevância questionada.

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Os resultados do primeiro turno deste ano mostram que o encolhimento petista nas prefeituras, observado desde 2012, continua em marcha, ainda que o partido do ex-presidente Lula tenha capilaridade muito superior à do PSL, legenda com a qual passou a rivalizar a partir da eleição de Jair Bolsonaro ao Planalto. O capitão se desfiliou da sigla, mas pode retornar a ela para o pleito de 2022.

Na eleição municipal de 2016, o PT, que até então administrava 630 prefeituras, perdeu 374, inclusive a de São Paulo, maior cidade do país. O então prefeito paulistano, Fernando Haddad, foi derrotado já no primeiro turno

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