Biden, o Brasil e o clima

Com a eleição do democrata Joe Biden, os Estados Unidos da América retornam – espera-se – ao longo e tortuoso trilho do enfrentamento da questão climática. Biden já anunciou a decisão de voltar ao chamado Acordo de Paris, adotado na 21ª Conferência das Partes (COP21) da UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change) e aprovado por 196 países, mas rejeitado por Trump. O acordo visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. 

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O presidente eleito já tinha em sua campanha eleitoral, e reafirmou em seu pronunciamento quando reconheceu sua vitória, a prioridade em ações visando enfrentar a complexa questão. Anunciou restrições ao fracionamento de xisto, bem como recursos da ordem de 2 trilhões de dólares, em seus quatroanos de mandato, para investimentos em transporte

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