Não existe jornalismo de artifício, assim como não existe estupro culposo

(Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O dia 3 de novembro de 2020 é mais um daqueles para ficar marcado nos anais do jornalismo brasileiro. A partir de uma matéria publicada às 2h04 da madrugada pelo The Intercept Brasil, como o título “Julgamento de influencer Mariana Ferrer termina com sentença inédita de ‘estupro culposo’ e advogado humilhando jovem”, as mais diversas reações brotaram país à fora, fossem nas redes sociais digitais, nas páginas online dos principais veículos de imprensa e nas manchetes dos telejornais matutinos.

No início da manhã, os termos #EstuproCulposo, #JusticaPorMariFerrer e #Mariana estavam encabeçando internacionalmente os trend topics do Twittter, à frente de termos como #ElectionDay, #Election2020 e #VoteBidenHarrisToSaveAmerica, mesmo com aquela terça-feira sendo o dia da eleição mais acirrada para a Presidência dos Estados Unidos dos últimos anos.

Não haverá

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