Mergulho nas entranhas das milícias do Rio, inimigo público número um do Brasil

(Imagem: Divulgação)

Considero as milícias do Rio de Janeiro a organização mais letal do país, porque no horário do expediente os seus quadros são policiais militares e civis. E, nas horas de folga, são bandidos que mantêm comunidades inteiras como reféns nas favelas cariocas. Por serem policiais, eles têm acesso a informações sobre o aparato de segurança pública. Diferentemente dos outros quadrilheiros que são bandidos 24 horas por dia, como os do Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, do Comando Vermelho (CV), do Rio, ou das dezenas de facções e grupos criminosos que existem pelas capitais do país. As milícias não são um problema exclusivo do Rio de Janeiro. Mas de todos os estados do país, por terem virado exemplo, para os seus colegas policiais, de como extorquir dinheiro. Devido à simpatia

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