Estudo demonstra antipetismo da mídia brasileira

(Imagem: Pixabay/ wildpixel)

Desde 2011, quando comecei a escrever no Observatório da Imprensa, uma questão bastante recorrente em meus artigos é o antipetismo da mídia hegemônica, constituído pelo grande número de editoriais, reportagens e colunas dedicados a representar negativamente o Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças, principalmente os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Lembrando o pensamento do filósofo marxista Antonio Gramsci, essa prática jornalística faz com que os principais grupos de comunicação do país se transformem em uma espécie de partido político das forças conservadoras; fator extremamente nocivo para uma sociedade que se pretenda minimamente democrática.

Evidentemente, como toda temática polêmica, minhas críticas ao antipetismo midiático suscitaram várias reações contrárias, em diferentes espectros ideológicos.

Para a direita, alertar sobre a seletividade dos noticiários, significa ser “petista”, “passar pano para bandido”, “relativizar casos de

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