A língua de Bolsonaro

(Imagem: Fotos Públicas/ Alan Santos-PR)

A língua de Bolsonaro destila falta de decoro e ignorância. Fala em golden shower; o erro da ditadura foi torturar e não matar; somos um país cristão; eu jamais iria estuprar, você não merece; para mim [gay] é a morte; [indígenas] deviam ir comer capim lá fora; [negros] nem para procriadores servem; [ONGs] inúteis; vontade de dar um soco na sua boca.

A língua de Trump pipoca elementos sociopatas e lunáticos. Fala que beijava e “tocava mulheres na boceta” sem resistência por ser celebridade, em mexicanos “ladrões, traficantes, bandidos e estupradores”, e outras 77 palavras que a francesa Bérengère Viennot , no livro A Língua de Trump (ed. Ayiné), não reconhece a língua, não é English, é jerkish (paspalhês). A língua tira Trump

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