Álcool, pancadas na cabeça e poluição, novos riscos para o Alzheimer

Os cientistas ainda não encontraram a cura para o Alzheimer, mas já têm uma boa noção de como evitar, ou pelo menos retardar, o desenvolvimento da doença. Baixa escolaridade, sedentarismo, hipertensão, fumo, obesidade, depressão, diabetes, déficit auditivo e baixo engajamento social são fatores de risco estabelecidos. Agora, um novo estudo publicado na revista britânica The Lancet adiciona mais três à lista: consumo excessivo de álcool, traumas cranianos e exposição à poluição do ar. Cerca de 40% dos casos de demência no mundo — incluindo Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas, geralmente associadas à perda de memória e outros déficits cognitivos na terceira idade —, poderiam ser evitados ou postergados pela supressão desses doze fatores de risco, segundo os pesquisadores, que fizeram uma revisão de toda a literatura médica e científica disponível sobre o tema.

“Nunca é cedo nem tarde demais para se prevenir a demência no decorrer da vida”,

Continue lendo na Revista Piauí.