Manobra de risco na floresta 

A decisão monocrática, do ministro Dias Toffoli, é de quinta-feira da semana passada. Em caráter urgente, o presidente do Supremo Tribunal Federal autorizou a realização de uma audiência pública, no Rio de Janeiro, na qual será discutida a construção de um autódromo sobre o último naco de Mata Atlântica em área plana da cidade. Na decisão, Toffoli explicou que o adiamento da audiência, determinado três meses antes por uma liminar do Tribunal de Justiça do Rio, acarretava em “ameaça de grave lesão à ordem pública”. Só não deixou claro como algo que não se realiza pode ferir a ordem. 

A suspensão de tutela provisória de Dias Toffoli é o mais novo capítulo de uma batalha judicial contra um empreendimento que pode sepultar a Floresta do Camboatá – uma área de 2 milhões de metros quadrados, no subúrbio carioca de Marechal Deodoro, onde habitam capivaras, tatus, guaxinins, jacarés, papagaios, corujas

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