Um basta à vigilância genômica

Tradução de Sergio Tellaroli

No mundo todo, crescem sem parar os bancos de dados de DNA que poderiam ser empregados para vigilância estatal. O caso que mais chama a atenção é o da China. Ali, a polícia se vale de uma base de dados nacional de DNA, bem como de outros dados de vigilância – tais como câmeras de vídeo e reconhecimento facial –, para monitorar a minoria muçulmana uigur na província de Xinjiang, no Oeste do país.

Grupos de ativistas, como o GeneWatch UK (uma organização sem fins lucrativos), e alguns geneticistas (como é o meu caso) manifestam desde o começo dos anos 2000 preocupação com os perigos potenciais de se permitir a governos vasculhar o DNA das pessoas. Graças em parte a esse debate, surgiram leis e boas práticas em muitos países no tocante ao uso de perfis de DNA por parte da segurança pública. (Nos

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