Só não acendam fósforos

Foto: Reprodução/Twitter

A primeira vez que Sérgio Camargo posou para uma foto com um livro na mão foi para “denunciar” os títulos degenerados prontos para arder na fogueira da Fundação Palmares, que ele preside. Os autores são Karl Marx, que ele estranha ter tantos títulos na sua biblioteca (“os presidentes que me antecederam achavam que Marx era um negão”), Che Guevara (um “racista/homofóbico”, segundo ele) e Josef Stalin, “genocida”. Os outros autores que levam o selo de “doutrinação marxista” são Max Weber, Eric Hobsbawm, H. G. Wells, Antonio Gramsci, Simone de Beauvoir, Carlos Marighela, Celso Furtado, Marco Antônio Villa, Gógol, Tolstói, Durkheim, Aron, Reich e Malinowski. Trata-se de uma “limpeza doutrinária” segundo os ideais do presidente, que se qualifica “negro de direita”, e de seu assessor, o jornalista autodenominado “conservador”, Marco Frenette,

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