Desafios e programas nas últimas eleições presidenciais no Peru

Foto: Governo do Peru

O Peru, desde o seu retorno à democracia, em 2000, tem sistematicamente turvado os prognósticos eleitorais. Cada consulta traz sua cota de surpresas, que escapam a qualquer forma de racionalidade ideológica e partidária

Os peruanos, chamados a eleger o seu presidente neste mês de junho, confirmaram no primeiro turno, no dia 11 de abril, esta forte tendência. Eles selecionaram dois finalistas que se opuseram à imprensa, como os pesquisadores: um professor, sindicalista, desconhecido, Pedro Castillo, e Keiko Fujimori, herdeira de uma dinastia de moral flutuante. Como acontece neste tipo de circunstâncias, a campanha endureceu os desafios. Paradoxalmente, porém, os confrontos televisivos entre os dois antagonistas reorientaram os seus respectivos perfis. Com efeito, os slogans agitados pelos partidários de ambas as partes não tiveram nuances: Keiko é corrupta e Castillo, comunista

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