Queimando livros e pessoas

Quem queima livros acabará por queimar pessoas.

O poeta romântico alemão Heinrich Heine, que escreveu esta máxima, morreu há 165 anos, mas o secretário de Cultura Mario Frias, que é mesmo especial, continua a sua propagação mundo afora, como fez esta semana na abertura da Bienal de Veneza. Estava deslumbrado por estar em Veneza pela primeira vez e por ter ouvido falar, também pela primeira vez, na homenageada da 17ª Mostra Internacional de Arquitetura, Lina Bo Bardi. A representação custou R$1,1 milhão, divididos entre governo federal e Fundação Bienal de São Paulo. Mas Frias, depois dos livros, da Cinemateca Brasileira, da Ancine, da Casa de Rui Barbosa e do que resta da cultura no Brasil, agora queima pessoas.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Numa entrevista à Folha de S.Paulo em

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