O medo da esperança. Por Fernando Brito

Lula. Foto: Nelson Almeida/AFP

Publicado originalmente no Tijolaço:

Por Fernando Brito

Não foi o “dedo do Duda (Mendonça)”, nem a mão de João Santana.

Claro que um bom suporte publicitário ajuda, mas não há publicidade boa, com efeito duradouro, se ela não traduz o benefício que o público tem com esta ou aquela escolha, e não há diferença da política com o “consumo” quando a realidade contraria o discurso.

Venderam-se Sergio Moro e Jair Bolsonaro como sabões em pó, que “lavariam”, e a jato, o Brasil e fariam dele um país “limpinho e cheiroso”. De fato, porém, cinco anos depois, o Brasil é este mar de sofrimentos e dor que se observa, que veio, aí sim a jato, com a explosão de uma pandemia que aguçou o empobrecimento da população e expôs, em cada rua e estudo estatístico, o drama de devolver, à calçada e à miséria milhões de brasileiros.

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