Na disputa pela vacina, atletas fardados correm por fora

Quando o governo federal anunciou , em março, que os atletas militares seriam vacinados, criou uma celeuma na delegação olímpica brasileira. Uma parte pôde respirar aliviada com a perspectiva de se vacinar para ir ao Japão em julho para os Jogos. A outra, majoritária, ficou desamparada. “Eu tenho medo o tempo inteiro”, lamentou a mesatenista Caroline Kumahara, de 25 anos. Sua convocação saiu na última segunda-feira (26): a caminho de sua terceira Olimpíada, ela passa a dividir com Lígia Silva o posto de mulher com mais participações olímpicas pela Seleção Brasileira na modalidade. A alegria só é turvada pela pandemia, que assusta uma esportista que não tira a máscara nem para treinar. “Com certeza não vou viajar tranquila.” 

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Agora, a menos de três meses dos Jogos, o Ministério da Defesa decidiu negociar com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) a

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