A luz no lado escuro da vida

Foto: Mark Terrill/POOL/AFP

A cerimônia do Oscar modelo 2021 deu as cartas para o jogo da convivência no mundo pós pandemia. Algumas atitudes começam a ser banidas, a começar pelo próprio formato no salão da Union Station, bem mais modesto do que o opulento Dolby Theatre onde até o volume, a pompa e o brilho da indumentária feminina destoaram do tom minimal da ocasião. Ficou o marco para o abandono de algumas doenças da civilização, peruice, Idatite, racismo, xenofobia, discriminação e exclusão.

A segunda mulher a receber a estatueta pela melhor direção em 93 anos de Oscar, Chloé Zhao por “Nomadland”, ao ser nomeada usava tranças compridas, vestido neutro, tênis, nenhuma maquiagem ou jóia e era chinesa. A melhor atriz coadjuvante , a coreana Yuh-Jung Youn por “Minari- Em Busca

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