Ocupando a bancada: (in)visibilidade de pessoas trans no telejornalismo brasileiro

Quando tratamos de discussões de gênero, temos de, necessariamente, levar em consideração a diversidade de corpos e de expressões das sexualidades que habitam os rótulos de feminino e masculino. Quando começamos esta sequência de contribuições para o Observatório da Imprensa, esta perspectiva se tornou ainda mais primordial: tratar dos desafios de gênero e raça, por meio da comunicação, ressaltando como as temáticas são plurais e as desigualdades enfrentadas pelas atrizes e atores, também. Hoje, com muita alegria, abrimos esse espaço trazendo uma das nuances desse mosaico complexo de representações que se expressam — ou que ainda não se expressam, de forma contundente —, nas pautas dos medias nacionais: a (in)visibilidade das pessoas trans no telejornalismo brasileiro.

Os desafios do reconhecimento e da ocupação de espaços de produção televisiva por corpos trans começam antes mesmo da porta da redação. Estão no dia-a-dia de um país que ainda é o que mais

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