27 anos sem Kurt Cobain: o Nirvana e as tecnologias digitais

(Foto: Julie Kramer/Wikimedia Commons)

No dia 8 de abril de 1994, após uma semana desaparecido, o músico Kurt Cobain, vocalista do Nirvana, era encontrado morto na estufa de sua residência, em Seattle. Era o fim daquela que é considerada uma das maiores bandas de rock da história e para muitos a maior da década 1990. Ícone da vertente grunge do rock (juntamente com bandas como Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains), o Nirvana, em sua curta carreira, impactou não só a música, mas também a moda, a economia [1] e, por que não dizer, a minha vida.

Até o suicídio de Cobain, eu era uma criança que ouvia no máximo pop/rock. Não dava muita bola para o Nirvana. A barulheira guitarrística da banda, cheia de microfonia e distorção, me impedia de perceber o

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