Kássio: fé dá direito a morrer mas não a mudar data de prova

Não se pede ao ministro Kássio Nunes Marques inteligência ou compaixão cristã. Afinal, aceitou a bênção de um genocida para sentar-se numa cátedra do Supremo Tribunal Federal. Mas aceite, ao menos, ser apontado como autor, no Sábado de Aleluia, de uma traição a seus próprios princípios. Há três meses, Kássio votou contra a obrigação de […]

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