A morte quase obscura de um líder exemplar no país do capitão cafajeste

À esq.: Alencar Furtado, a coragem que nunca morre; À dir.: Jair Bolsonaro, o cretino que brinca com a morte. Fotos: Diário do Nordeste e Marcelo Camargo/Agência Brasil

A notícia, incompleta, saiu quase escondida na edição impressa de quarta-feira, 13 de janeiro de 2021, do maior jornal brasileiro. “Morre Alencar Furtado, ex-deputado cassado pela ditadura”, informou secamente a Folha de S.Paulo, numa única coluna de 30 linhas e 144 palavras, espremidas no canto inferior da sétima página do primeiro caderno, distante da honra da primeira página do dia.

As duas manchetes principais da A7 foram dedicadas a um candidato azarão de nome irrelevante na disputa pela Câmara dos Deputados e a uma nova investida da Lava Jato sobre propinas ao filho de um ex-ministro.

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