Por que Bolsonaro ofende a mãe alheia e manda a imprensa “tomar no rabo”?

Marcos Corrêa/PR

Aprendi, sem querer, um truque para despertar a atenção de uma plateia que assiste a uma palestra noturna depois de acordar cedo e trabalhar durante todo o dia. Sempre tive muitos encontros com estudantes de jornalismo e repórteres pelas redações do interior do Brasil. Nessas conversas, por mais relevante que fosse o assunto, uma hora o sono chegava. E quando isso acontecia, o que eu fazia para manter o público atento? Contava pequenas histórias que tinham no seu conteúdo um palavrão e uma situação engraçada. É como jogar um balde de água fria numa pessoa sonolenta. Aprendi também que com esse público o que mais funciona é dar logo o recado inicial, contar a história com o palavrão e depois inverter a conversa. O palestrante começa a perguntar para a

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