Não é apenas em 8 de março

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Todos os anos é a mesma coisa: no mês de março somos inundadas e inundados de matérias, programas especiais e formas de “homenagem” nos medias por conta da passagem do Dia Internacional da Mulher (8 de março). A factualidade da data instiga a factualidade que move o jornalismo e justifica, então, falar de gênero e de questões voltadas às mulheres.

É, de fato, uma conquista a criação da data, que surge das lutas das mulheres operárias na Europa e nos Estados Unidos, e, atualmente, é um espaço das diversas demandas ligadas às questões de gênero e aos movimentos feministas (isso mesmo, no plural!). Essa marca no calendário pauta os meios de comunicação — mesmo aqueles menos sensíveis à temática — a abrirem espaços para que

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