O jornalista como curador e professor do público

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As pessoas estão se informando cada vez mais através das redes sociais, obrigando o jornalismo a se reposicionar dentro dos fluxos noticiosos na internet. Facebook, Twitter e Google estão ocupando um espaço crescente na composição da agenda informativa do público, fazendo com que os profissionais sejam cada vez mais solicitados a orientar, aconselhar e até mesmo ensinar as pessoas a ler, ouvir e ver notícias. É uma situação inédita provocada pelas profundas mudanças que o jornalismo está assistindo em consequência da generalização do uso das tecnologias digitais de informação e comunicação (TICs).

Em termos bem simples, nós, jornalistas, estamos deixando de ser basicamente assalariados de empresas que publicam e comercializam notícias, produzidas por nós, para transformar-nos em curadores, analistas ou tutores de pessoas atualmente definidas como audiência, mas que

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