Assange, Vaza-Jato e o Debate Esquecido

(Foto: Marcelo-Camargo/Agência-Brasil)

Para além da personalidade de Assange e da disputa eleitoral brasileira de 2022, o ápice do jornalismo investigativo tem exposto o Rei nu: transparência radical faz-se urgente. Se os meios de comunicação sequer prestam-se a divulgar revelações WikiLeaks, poderá tal discussão permear as sociedades? Estrutura podre pelo que instrumentos como WikiLeaks e Vaza-Jato devem atuar. Perder-se-á este ímpar bonde da história para se falar, enfim, em democracia plena, participativa?

Criminalizando Assange, blinda-se como sempre o Estado para que este se proteja do cidadão ao invés de se defender os interesses do cidadão, protegendo-os também dos abusos e até crimes do Estado, observou Chomsky em entrevista a este autor. Assim estamos no Brasil.

Julian Assange ainda está preso em Londres, cujo “crime é ter praticado jornalismo sério”

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