O (falso) Dilema do Parasita

(Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

A expressão “centrão” tornou-se quase um palavrão na opinião pública, muito em função do modo como se deu o processo eleitoral de 2018. Entre as inúmeras promessas do dantesco “plano de governo” do então candidato Jair Bolsonaro estava acabar com o tal “toma lá, dá cá”. Teoricamente, os maiores prejudicados com a vitória bolsonarista seriam parlamentares fisiologistas, com muito pouco a oferecer em projetos e propostas para o país, mas astutos em conseguir cargos para apadrinhados e ementas para seus redutos eleitorais, para assim garantirem mais um mandato parlamentar (entre outras coisas). Parasitas. São esses os exemplares mais didáticos do grupo que hoje veio a se convencionar como centrão.

Por ironia do destino (ou porque a água já estava batendo onde o presidente tem fantasias com leite

Continue lendo no Observatório da Imprensa.