A Argentina, e o mundo, perdem Maradona

“Cala a boca e me abraça, idiota!” Na frente de Maradona, Checho Batista estava incrédulo. O colega acabara de marcar um evidente gol de mão contra a Inglaterra nas quartas de final da Copa de 1986. Precisava do abraço. Precisava simular que era tudo normal para enganar o juiz. E o gesto de certa forma resumia o argentino Diego Armando Maradona, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, que morreu ontem, aos 60 anos, de parada respiratória. Um gênio completo do futebol com…


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