Inteligência artificial diferencia teoria da conspiração de ameaça real

*Por Timothy R. Tangherlini

O áudio da filmagem da câmera corporal, embora trêmula, é incomumente claro. Enquanto os policiais revistam 1 homem algemado que momentos antes havia disparado dentro de uma pizzaria, 1 policial pergunta por que ele estava ali. O homem diz que para investigar uma quadrilha de pedófilos. Incrédulo, o oficial pergunta novamente. Outro oficial grita: “Pizzagate. Ele está falando sobre Pizzagate”.

Nessa breve e arrepiante interação em 2016, torna-se claro que as teorias da conspiração, há muito relegadas para as margens da sociedade, se moveram para o mundo real de uma forma muito perigosa.

As teorias da conspiração, que têm o potencial de causar danos significativos, encontraram uma casa acolhedora nas mídias sociais, onde os fóruns livres de moderação permitem que indivíduos com os mesmos interesses possam conversar. Lá eles podem desenvolver suas teorias e propor ações para neutralizar as ameaças que eles “descobrem”.

Mas como saber se uma narrativa emergente


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