“Efeito espectador”: por que Beto Freitas foi massacrado no Carrefour sem que ninguém fizesse nada

Funcionários do Carrefour espancam João Alberto até a morte

João Alberto Silveira Freitas, o homem negro assassinado por seguranças no Carrefour, foi asfixiado por quase 4 minutos diante de testemunhas, após ser espancado por pelo menos 2 minutos.

“Durante as agressões, diversas pessoas passaram pelo local e não intervieram. Quando Beto Freitas se mexe pela última vez, há em volta dele pelo menos 17 pessoas no local, sendo 15 testemunhas e os dois seguranças que sufocaram Freitas. É possível que haja mais testemunhas fora do alcance da câmera”, diz a Folha.

Por que nenhum dos circunstantes esboçou qualquer reação diante do massacre?

Os assassinos agiram livremente, como se estivessem numa madrugada num terreno baldio deserto.

A intimidação da fiscal Adriana Alves Dutra, que aparece filmando a pancadaria, não explica a omissão.

Por que Beto Freitas morreu sem que ninguém levantasse a voz? Você faria diferente?

Em 1964, o homicídio de Kitty

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