O ‘mimimi’ fascista da falsa ‘moderação’. Por Fernando Brito

Originalmente publicado em TIJOLAÇO

Por Fernando Brito

Uma pessoa de bem não pode calar ou relativizar um assassinato frio e brutal, onde a cor da pele foi determinante na atitude dos assassinos a soldo de uma multinacional.

Ponto final.

Mas estamos cheios disso.

Um presidente que acusa que é vítima de “semear a discórdia” e vai dizer no G-20 que a luta por igualdade racial é “máscara” de “luta pelo poder”.

Um vice-presidente que diz que “racismo não existe aqui, é importado”, tese que “a chefia” hoje endossou.

34 juízes, em Pernambuco – a terra do negro Henrique Dias, herói de Guararapes – que se desligam de uma associação por não aceitarem a “infiltração ideológica” de discutir racismo com magistrados.

Não, não é que sejam “apenas” racistas e fascistas. São, por isso e por mais que isso, covardes.

Se estas questões não puderem ser tratadas por meio da política, do debate e

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