Os bastidores do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes são tema de livro reportagem

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Quinta vereadora mais votada do município do Rio de Janeiro nas eleições de 2016, com mais de 40 mil votos, Marielle Franco foi executada à queima-roupa na noite de 14 de março de 2018, quando voltava de um debate na Casa das Pretas, espaço coletivo de mulheres negras situado no centro da cidade. Ela e o motorista Anderson Gomes morreram depois de sofrerem uma emboscada no bairro do Estácio, no momento em que a vereadora e ativista, engajada na luta antirracista, nas pautas feministas e nas causas da comunidade LGBTQIA+, estava a caminho de casa.

O duplo homicídio virou notícia no mundo inteiro, mobilizou a opinião pública, que passou a cobrar fortemente das autoridades a resposta para duas perguntas essenciais: quem matou e quem

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