Ausentes, mas decisivos

A pensionista Miriam Aparecida Borges, de 60 anos, percorreu algumas escolas públicas em Copacabana, na zona sul do Rio, em busca do seu local de votação. Ela não conseguiu achar o título e tentou consultar o local certo pelo aplicativo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sem sucesso. Por volta das 10h30, estava na porta da escola municipal Dom Aquino Correia, onde funcionam seções eleitorais, tentando descobrir onde iria votar. Entregou a identidade a um dos funcionários da Justiça Eleitoral na esperança de que ele a ajudasse na consulta. Caso contrário, iria desistir – e entrar para a estatística de abstenção recorde na capital fluminense, de 32,79%. Na mesma escola, a professora universitária Fátima Pinel, de 65 anos, não desistiu de votar, mas também se queixou das mudanças no local de sua seção. Ela votava numa agência bancária em Copacabana, mas a seção foi transferida. “Juntaram seções, eu não consegui entrar

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