Apagão no Amapá: a série de negligências da empresa que tentava se livrar do serviço

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O Brasil contava pouco mais de cem mortes pela covid-19 quando a Linhas de Macapá Transmissora de Energia, a LMTE, responsável pela subestação que pegou fogo e que deixou o estado do Amapá às escuras, enviou em 7 de abril um ofício à Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica. O assunto eram os “Eventuais Impactos da Pandemia Causada pelo COVID-19 na Prestação do Serviço Público”. No conteúdo, o aviso: a pandemia poderia “afetar as obras em andamento e a prestação dos serviços de operação e manutenção sob responsabilidade da LMTE”.

O ofício, assinado pelo diretor técnico da empresa Evandro Cavalcanti, era uma resposta ao pedido da Aneel para que as concessionárias informassem quais medidas estavam sendo tomadas para o enfrentar os efeitos

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