Combate à desinformação e divulgação científica exigem ciência

(Foto: National Cancer Institute/Unsplash)

Desde meados de fevereiro, quando o primeiro caso brasileiro de Covid-19 foi confirmado, “fake news”, “desinformação” e “negacionismo” viraram termos comuns no dia a dia da população. Apesar de a circulação de boatos ser um fenômeno antigo, seus efeitos são acelerados durante uma pandemia e causam sérios danos à sociedade, entre os quais o crescente número de mortes pela doença.

Desinformações sobre a pandemia estimularam a destruição de torres de telefonia no Reino Unido, casos de xenofobia em uma série de países, a popularização e o fortalecimento de movimentos extremistas armados, a invasão de hospitais, ataques e ameaças a cientistas e profissionais da saúde no Brasil, além do envenenamento de pessoas após o consumo de substâncias apresentadas como “curas” na Nigéria, na Argentina, no Vietnã, no

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