Mercado falou pela boca de Maia: sem auxílio em 2021. Por Fernando Brito

Rodrigo Maia. Foto: Reprodução/YouTube

Publicado originalmente no Tijolaço:

Por Fernando Brito

A brutal e imediata reação do mercado financeiro, pela boca de Rodrigo Maia, recusando-se a discutir a hipótese de prorrogação do “Orçamento de Guerra” dá ideia do curioso embate que se enfrentará na política.

Guedes e Rodrigo Maia, que passaram meses às turras, voltaram a ser rancorosos aliados. Bolsonaro, que diz que “não há possibilidade” de estender o auxílio, abana o Centrão para prorrogar a emergência que, ele crê, lhe dá popularidade para “pedir a Deus” para continuar presidente em 2023.

O “Centrão” e sua parte no Governo querem a continuidade, com ou sem recursos no Orçamento, do auxílio emergencial; mercado e outra parte do Governo, a do minguante Paulo Guedes, quer fingir que tudo volta a ser como antes no quartel da austeridade fiscal.

Até a realização das eleições municipais, é claro, nenhuma decisão será tomada e, recolhidos os

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