Inspetor Mandetta na pista do capitão Cloroquina

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

É uma pena o rebanho de seguidores do presidente ser formado de iletrados, ignorantes ou desprovidos de raciocínio. Senão, eu lhes proporia a leitura do livro do ex-ministro da Saúde, cuja capa preta, como o luto de tantas famílias, tem seu nome, Mandetta.

Escrito na primeira pessoa, lê-se como um policial ou thriller. Para manter o suspense da narrativa, o leitor deve fazer de conta não saber do desfecho no capítulo final. No mais, na história não faltam mortes, ciladas, perseguições, falsas pistas, mentiras e um vilão ou bandido, responsável pela propagação de um vírus assassino, cuja preferência são pessoas de baixa renda e imuno-deficitárias. O vírus é ajudado na sua missão pela indicação de um remédio miraculoso, na verdade inócuo e mesmo

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