Encarando a tempestade perfeita do jornalismo

(Foto: Vanilla Bear Films/Unsplash)

A metáfora da “tempestade perfeita”, que não surpreenderia se fosse chamada de clichê, poderia descrever para alguns, com certo grau de eficiência, o que está passando o jornalismo. O termo refere-se à “convergência de circunstâncias que levam a uma catástrofe”, conforme descrito por Daniel Fernandes, em um artigo publicado no Estadão, em 2015, ao lembrar que o uso se popularizou a partir do livro “The perfect storm”, de Sebastian Junger, também roteirizado para filme (traduzido no Brasil como “Mar em fúria”).

No Brasil, o discurso se associa a ideia de crise do jornalismo, reforçada por setores internos e externos ao campo jornalístico. Baseado em algumas leituras, eu diria que quatro aspectos poderiam nos levar a concordar com isso.

Em primeiro lugar, o jornalismo vive

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