Folha, leitor confuso, um indicador de credibilidade negligenciado

(Foto: Wikimedia)

No último domingo (20/09), Flavia Lima, ombudsman da Folha de S.Paulo escreveu em sua coluna que os tijolos de anúncios localizados no fim das reportagens têm mexido com o humor dos leitores. Anúncio disfarçado de conteúdo jornalístico pode enganar o leitor, promover o sensacionalismo e a desinformação, ainda mais numa época em que o tempo se tornou uma mercadoria entre tantas outras, a clareza entre o que é notícia e anúncio evita a confusão e otimiza o tempo das pessoas. A jornalista Sally Lehrman, criadora do Trust Project advoga que para distinguir notícia de outros tipos de conteúdo as seguintes perguntas devem ser feitas: “isso é patrocinado ou é uma propaganda? O propósito está claramente indicado?”. O Trust Project — consórcio internacional com mais de 200 veículos parceiros, visa ajudar as pessoas

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