Assassinato de George Floyd em Minneapolis expõe falhas de reformas na polícia

Protestos pelo assassinato de George Floyd, cometido por policiais, tomaram Minneapolis na quinta-feira, 28 de maio, pela terceira noite seguida, desencadeando manifestações solidárias em dezenas de cidades dos Estados Unidos. Em todo o país, é comum a sensação de que isso já aconteceu antes – muitas vezes – e de que as apostas do combate à violência policial começam a buscar novos caminhos.

Nas Cidades Gêmeas – Minneapolis e St. Paul, capital do estado de Minnesota –, onde a morte de Floyd pelas mãos do policial Derek Chauvin foi apenas o mais recente homicídio praticado pela polícia nos últimos cinco anos, as pessoas que saíram às ruas em meio à pandemia do coronavírus se mostravam cansadas e indignadas. Anos de brutalidade e más condutas resultaram em inúmeros protestos e muita discussão em torno de uma reforma policial. Mas a morte de Floyd foi um aviso

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