Bolsonaro encolhe, é enquadrado por militares e pode ser forçado à renúncia

Quanto menor, mais perigoso. Quanto mais perigoso, Jair Bolsonaro fica ainda menor.

O presidente perdeu tamanho e força durante o embate travado neste sábado (28), em Brasília. A reunião dele com a equipe do Ministério da Saúde foi tensa.

Fontes dentro do Palácio dizem que o ministro Henrique Mandetta ameaçou entregar o cargo se o presidente não voltasse atrás nas ideias esdrúxulas de “reabertura imediata do comércio” e de “isolamento vertical” da população brasileira (só idosos e pessoas com problemas de saúde ficariam em quarentena).

O presidente relutou. Mas foi enquadrado por ministros militares, que teriam alertado Bolsonaro: a demissão de Mandetta, em meio à crise que já provocou mais de cem mortes no país, passaria um sinal de descontrole e pânico.

A contragosto, Bolsonaro aceitou. E Mandetta foi então para uma entrevista coletiva em que contrariou o pronunciamento lunático de Bolsonaro da última terça-feira (24), quando o presidente voltara

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