Meu bom amigo João, uma figura que não é desse mundo

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos, e o horizonte corre dez passos. Por mais que caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar” (Eduardo Galeano, citado por Heraldo Campos nos comentários do meu blog).

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Essa bela definição de Galeano sobre utopia cabe literalmente como uma luva no meu velho amigo João Carlos Martins, o grande pianista que virou maestro e agora voltou e tocar piano, graças a uma luva biônica.

A história completa eu conto neste domingo numa reportagem publicada na página B6 da Folha, junto com um maravilhoso vídeo da TV Folha produzido por Vinicius Martins, e com fotos de Eduardo Knapp.

Faz muitos anos que João e eu ficamos amigos, ao frequentar o mesmo bar, a Tabacaria Ranieri, perto de onde nós moramos.

Ali tem

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