Como a corrupção no Incra levou à expulsão de um pequeno agricultor de sua terra

Incra

Da Agência Pública.

ESPECIAL: AMAZÔNIA SEM LEI
Um dos conflitos agrários mais tensos de Rondônia envolve 31 mil hectares de terras da União na zona rural de Candeias do Jamari e foi gestado, segundo as autoridades consultadas pela Agência Pública, com a ajuda do Incra, o órgão agrário que deveria democratizar o acesso à terra no país e mediar os conflitos no campo.

“É um local muito complicado. Para evitar o conflito, o Incra falou [para os fazendeiros que adquiriram as terras da União]: ‘Vocês ficam aí por enquanto, e a gente decide se vocês vão ter direito a essas terras depois’. E nesse meio-tempo criou o assentamento”, diz o procurador regional dos direitos dos cidadãos em Rondônia, Raphael Bevilaqua.

O projeto de assentamento (PA) em questão é o Flor do Amazonas, criado há mais de dez anos pelo órgão agrário. Nessa terra pública, segundo o

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